LER é VIAJAR, APRENDER, ADQUIRIR CULTURA, É TORNAR-SE GENTE.

Sejam bem vindos!

Para ter o texto Offline em formato txt, solicite-o via e-mail.

Caso se interesse pelos anúncios click nos mesmos para conhecê-los melhor e assim ajude o blogg Cego Lendo Livro.

Postagens super interessantes

Deixe seu email:

domingo, 15 de janeiro de 2012

Manual de Brincadeiras Infantis

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO São Paulo

CENTRO DE MULTIMEIOS - setor de ARTES GRÁFICAS

ANA RITA DA COSTA
CONCEIÇÃO AP. B. CARL OS

Na tarefa de garantir às crianças seu direito de viver a infância e desenvolver-se em situações
agradáveis, estimulantes, espontâneas e criativas, a Divisão de Orientação Técnica de Educação Infantil,
da Diretoria de Orientação Técnica da Secretaria Municipal de Educação elaborou o MANUAL DE
BRINCADEIRAS. São Paulo
Este material foi organizado pela DOT EI para colaborar com todos os envolvidos no
PROGRAMA SÃO PAULO É UMA ESCOLA que, com atividades culturais, de lazer e de recreação,
de segunda a sexta-feira e nos fins de semana, busca organizar o antes e o depois do horário em que
a criança freqüenta a Unidade Educacional.
Nas instituições de Educação Infantil, a organização dos diferentes espaços para ampliar a
ocorrência das brincadeiras exige um planejamento que considere o caráter essencialmente lúdico
das vivências infantis. Brincar, como a principal linguagem da infância, compreende práticas que
envolvem jogos, brinquedos e brincadeiras que garantem o direito à criança de comunicar-se, de
interagir, de aprender, de viver e conviver.
Acredito que a partir do MANUAL DE BRINCADEIRAS muitas boas ações poderão ser
desencadeadas e contribuirão para que a brincadeira infantil ocupe, cada vez mais, um lugar privilegiado
nas rotinas das nossas Unidades Educacionais tanto em seus horários regulares, quanto no período
anterior ou posterior à escola. Conquistar toda a comunidade e tornar nossa cidade, cada vez mais,
uma cidade educadora é tarefa de todos.


José Aristodemo Pinotti

APRESENTAÇÃO

Este documento, que denominamos de "Manual de Brincadeiras", foi organizado pela equipe da Divisão
de Orientação Técnica de Educação Infantil como contribuição para o segmento da Educação Infantil
do Programa São Paulo é uma escola.
Para isso começamos a pensar e relembrar nossas infâncias: partimos ao encontro de nossa criança.
Esta imersão foi maior do que o tempo e o espaço em que hoje fincamos o pé, esquecendo-nos quase
sempre de que um dia também fomos crianças.
Voltamos no tempo, muitas vezes no espaço, e alcançamos nossas melhores lembranças da infância.
Este processo demandou tempo, e neste tempo buscamos resgatar também em livros, revistas, sites e,
principalmente, com outras pessoas as brincadeiras que vivenciávamos na nossa infância.
Apresentamos, portanto, de modo muito carinhoso e honesto um pouco da infância de todos nós.
Este material deve ser visto como uma referência para a prática. Cada intérprete deste texto, a cada
leitura, a cada interação, poderá e deverá criar novas possibilidades e diversas outras brincadeiras. O
Manual permite inovações em cada página e alterações de regras, de formas e de conteúdos de todas
as brincadeiras. Aí está o grande segredo: invente, crie, amplie este Manual junto com suas crianças e
comece a crescer novamente...


DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA
DIVISÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL
Fevereiro de 2006

ÍNDICE
PARA COMEÇAR... 09

LEMBRANDO AOS MONITORES... 13

QUADRO DE BRINCADEIRAS 17

JOGOS DE FAZ-DE-CONTA 21

JOGOS DE CONSTRUÇÃO 25

JOGOS DE REGRAS 29

JOGOS COOPERATIVOS 33

LEMBRAM DISSO? 37
. Cabra cega
. Agacha-agacha
. Coelhinho sai da toca
7
. Queimada
. Balança caixão
. Elefantinho colorido
. Estátua
. Batata quente
. Barra manteiga
. Corrida de saco
. Caracol
. Amarelinha
. Passa, passa três vezes
. Elástico
. Passa anel
. Arranca rabo
. Beijo, abraço ou aperto de mão
. Vivo ou Morto
. Telefone sem fio
. Boca de forno
. Dança da cadeira
. Cabo de guerra
. Mamãe, posso ir?


BRINQUEDOS QUE MEUS PAIS BRINCAVAM... 63
. Pipa
. Pião
. Peteca
. Cinco marias ou pedrinhas

FAZENDO O PRÓPRIO BRINQUEDO... 71
. Cavalo de pau
. Pé de lata
. Diabolô

8
. Capucheta

QUANDO TODOS GANHAM... 77
. Basquete: a cesta é de todos
. Estamos todos no mesmo saco
. Jogo das cadeiras cooperativo
. Coelhinho na toca
. Elefantinho colorido
. Tartaruga gigante

85
LEVAR A VIDA CANTANDO
. As brincadeiras musicais
. Parlendas
. Trilhas sonoras da infância

PARA CRIAR OU AMPLIAR O REPERTÓRIO 91


PARA AQULES QUE QUISEREM SABER MAIS 93
PARA COMEÇAR ...

DOT- Educação Infantil entende que o PROGRAMA SÃO PAULO É UMA ESCOLA é parte
integrante de uma proposta educacional que se destina a toda cidade e a cada cidadão e que
tem por finalidade maior organizar, gradativamente,as pessoas, os espaços e as várias oportuni-
dades existentes na cidade, para que o potencial educador desta se realize plenamente. O
resultado deste trabalho será a formação integral das crianças, jovens e adultos que vivem nesta 9
capital, aproveitando um recurso imenso existente, que é o que esta cidade tem de melhor: seus
cidadãos.

Para tal, a organização do antes e do depois da escola, dos tempos e dos espaços, enriquecidas
com atividades culturais, esportivas, de lazer e de recreação torna-se fundamental. Daí, a
necessidade do envolvimento de toda a Comunidade Escolar.
Estamos utilizando os diversos equipamentos já existentes no município, como as próprias escolas,
os CEUs, parques, praças, centros culturais, museus, balneários e o Sambódromo, mostrando
assim o multiuso dos espaços como algo viável.A idéia da educação integral está presente nos
maiores centros urbanos mundiais, onde os horários das escolas, creches, bibliotecas e demais
espaços públicos atendem as plenas necessidades de seus usuários, acarretando assim a melhoria
de qualidade de vida das crianças e das famílias.
Nossa tarefa agora, enquanto Divisão de Educação Infantil, é apontar como entendemos que
estes tempos e espaços devem ser ocupados e apropriados, ainda na primeira infância, pelas
crianças da Rede de Escolas Municipais de Educação Infantil.

Dessa forma as crianças poderão vislumbrar um espaço lúdico e de fantasias, no qual a brincadeira
seja o maior e o principal motivo para que continuem na escola.

Partimos do princípio de que todos os envolvidos com os projetos destinados às crianças de 4 a
6 anos sabem da importância do lúdico para esta faixa etária e, portanto, elaboramos esquemas
muito tranqüilos e perfeitamente exeqüíveis de atividades para esta faixa etária. Indicamos também
algumas obras musicais que são referência para o trabalho na educação infantil.
10 Precisamos destacar a importância da observação constante das crianças, a fim de que os
educadores/ monitores aproveitem as oportunidades e criem intervenções, para "tirar" com o
grupo novas regras, para corrigir as estratégias anteriormente estabelecidas...

Lembramos também que as faixas etárias indicadas são apenas sugestões, devendo ser tomadas
como referência para o planejamento das brincadeiras. Aqui, mais uma vez, sugerimos que você
observe as crianças, no sentido de perceber como cada uma delas se envolve ou não nas
brincadeiras e como elas se relacionam com as regras e com os outros colegas.
11


EMEI Antonio Rubbo Muller - Coordenadoria de Educação Ipiranga
12
LEMBRANDO AOS MONITORES ...

Mediar a relação que as crianças estabelecem entre si talvez seja a principal ação do educador
nesta faixa etária. Como assim? O educador auxilia o processo de desenvolvimento das
capacidades infantis, tais como: tomadas de decisões, construção e apreensão de regras,
cooperação, diálogo, solidariedade etc. Assim, o educador favorece o desenvolvimento de
sentimentos de justiça e atitudes de cuidado que a criança passa a ter consigo mesma e com as
outras pessoas. Portanto, o educador participa da brincadeira, além de organizá-la, observá-la e
avaliá-la. Para isso, o processo de observação das crianças durante a brincadeira torna-se 13
fundamental.

O educador, quando considera a criança um ser ativo em seu processo de desenvolvimento, faz
a mediação entre ela e seu meio, podendo utilizar recursos como: materiais, brinquedos, atividades
plásticas etc. Mas atenção: é fundamental o modo pelo qual o educador se relaciona com as
crianças.

Como assim? Vamos nos perguntar:
Com que olhar o educador observa a criança?
Seu olhar é de crítica ou de apoio?
Ele dá respostas prontas ou estimula a criança descobrir por si mesma?
Ele explica os acontecimentos e as regras, questionando-as com as crianças?
O educador deve interagir com a criança de modo a ser um facilitador, interventor,
problematizador e propositor de novas idéias, espaços e brincadeiras, levando em conta as reações
das mesmas e as encorajando em seus modos de brincar e de compreender o mundo. Assim, o
educador e as crianças, juntos, poderão transformar e descobrir diferentes modos de se relacionar.

Quando o educador compartilha uma brincadeira ou jogo com a criança, ele pode ajudá-la a
enfrentar eventuais insucessos, estimular seu raciocínio, sua criatividade, reflexão, autonomia
etc. Isto quer dizer: quando o educador tem intenção de brincar junto com a criança, pode criar
diversas situações que estimulem o seu desenvolvimento, sua inteligência e afetividade.

14 Quando a criança brinca com outra criança age de maneira cooperativa, faz imitações, disputa
objetos, briga, vivencia todos os espaços e experiências? Se ela faz tudo isto, você está no
caminho certo.

O tipo de interação entre as crianças que propomos possibilita que cada criança compartilhe
com outras crianças suas dúvidas, expresse suas emoções e fale de suas descobertas.


Visando contribuir e orientar suas ações, logo no início do Manual organizamos quadros que
relacionam as brincadeiras mais comuns e produtivas e apresentam os jogos em categorias. Na
seqüência dos quadros alguns jogos e brincadeiras são apresentados com sugestões práticas.
Reservamos espaço também para os brinquedos e as parlendas, além de indicarmos trilhas sonoras
para qualquer infância.
15


CEU EMEI Jorge Amado - Coordenadoria de Educação Pirituba
16
QUADRO DE BRINCADEIRAS

Roda, Ciranda, Corda, Amarelinha; Balança Caixão; Agacha-Agacha; Morto e Vivo; Elefantinho
Colorido; Estátua; Batata Quente; Caracol; Passa, Passa Três Vezes; Passa Anel; Amarelinha;
Cabra Cega; Elástico; Arranca Rabo; Bandeirinha; Beijo- Abraço- Aperto de Mão; Boca de Forno;
Cinco Marias; Queimada; Corrida De Saco; Pega- Pega; Quente ou Frio; Mãe da Rua; Barata; A
Carrocinha; A Galinha do Vizinho; Atirei o Pau no Gato; Cachorrinho está Latindo; Carneirinho
Carneirão; Ciranda Cirandinha; De Abóbora Faz Melão; Escravos de Jó; Eu Sou Pobre; Fui No
Itororó; Marcha Soldado; O Cravo e a Rosa; Onde Está a Margarida; Passa-Passa Gavião;
Peixe Vivo; Sambalelê; Se Esta Rua Fosse Minha; Terezinha De Jesus.

17

CONSIDERAR: Que as crianças estão estabelecendo contatos entre si e sentindo-se parte do
grupo através do estabelecimento das próprias regras, como exemplo: quem começa, de quem é
a vez, quanto tempo cada um tem, quem ganha e quem perde...

DICAS: Observar se as regras estabelecidas foram compreendidas por todos e garantir que aqueles
que perdem o interesse na brincadeira possam brincar de outra coisa.
18
19


CEI José Ozi, Profª - Coordenadoria de Educação -Butantã
20
JOGOS DE FAZ-DE-CONTA


Envolvem a representação e a elaboração de papéis (como, por exemplo, médico,
feirante, manicure...); brincadeiras de escolinha ou de casinha quando a criança pode
assumir diversos papéis; brincadeiras de teatro, mímica, fantoches.


CONSIDERAR: Que este é o espaço para imitar, fantasiar e simular acontecimentos.
21
DICAS: Estas brincadeiras são muito ricas e o adulto deve evitar intervenções. Uma conversa com o
grupo após a brincadeira, deixando-os à vontade para descrever (ou não) os papéis e as situações
representados, tendem a ser experiências muito ricas.
22
23
foto pg 6


CEI Vila Império - Coordenadoria de Educação -Santo Amaro
24
JOGOS DE CONSTRUÇÃO


Acontecem quando as crianças usam, transformam objetos e materiais variados
(blocos ou sucatas, por exemplo) e criam novos produtos
(parque de diversões, fazenda, engenhocas...)


CONSIDERAR: Nestes jogos as crianças começam a entrar em contato com o mundo social e a
desenvolver níveis mais complexos de inteligência através do desenvolvimento de suas
capacidades de antecipar situações, movimentos e elaborar propostas e possibilidades que podem 25
ou não se concretizar. Estes jogos também possibilitam maiores oportunidades de cooperação
entre as crianças.

DICAS: Para estes jogos devemos considerar a faixa etária aproximada da criança e observar se ela
consegue, a seu modo, participar da brincadeira. É necessário que haja uma relação saudável entre o
erro e o acerto, sem que a criança se sinta desestimulada a brincar. Não devemos esperar que ela
brinque por horas a fio com estes materiais. Ela determina seu tempo. Fique atento para auxiliá-la com
a solução de problemas, mas não tenha expectativas pautadas no modelo adulto.
26
27
28
JOGOS DE REGRAS

São aquelas brincadeiras que combinam aspectos motores-exploratórios
(movimento corporal e sensações) e/ou aspectos intelectuais,
com competição dos jogadores e regras pré-estabelecidas.


CONSIDERAR: Os jogos de regras começam a ser explorados pelas crianças, geralmente, entre
os 4 e 7 anos. Pega-pega, futebol, jogo do lenço-atrás são alguns exemplos. O xadrez, dama,
dominó e jogos de percurso são exemplos da outra forma de combinação. Esses jogos também
auxiliam no desenvolvimento das regras sociais. Quando as crianças são submetidas às regras do 29
jogo, elas vivenciam tais regras transpondo-as para outras situações e brincadeiras.

DICAS: É importante que as regras sejam apresentadas aos participantes antes do início do jogo de
forma clara. Elas devem ser mantidas, tornando-se um desafio aos jogadores. Observar se todos
entenderam as regras, se sugerem variações deste mesmo jogo com novas regras e se desejam batizar
este novo jogo com nomes escolhidos pelo grupo.
30
31
32
JOGOS COOPERATIVOS


O importante é... que todos participem, aproveitem , aprendam, deleitem-se.


CONSIDERAR: O individualismo e a riqueza material tornaram-se mais importantes para o homem
pós-moderno que valores como a união, a cooperação, a paz, a responsabilidade e a organização.
A cultura da sociedade ocidental é baseada no consumo e orientada para a produtividade,
portanto dentro deste contexto, muitas vezes o único caminho que vemos é o da competição. Se 33
acreditarmos que a competição é o único e natural caminho, caímos numa grande armadilha,
afinal aquilo em que acreditamos é aquilo o que construiremos.
Com relação ao desempenho acadêmico, uma série de estudos demonstra que crianças de várias
classes sócio-econômicas têm maior sucesso em áreas como matemática, desenvolvimento
vocacional e leitura quando estão trabalhando junto com seus colegas sob uma estrutura de
objetivos cooperativos em vez de individualistas ou competitivos.

DICAS: A competição muito presente promove a comparação entre as pessoas e acaba por favorecer
a exclusão baseada em critérios não discutidos mas apropriados por todos. Um ambiente competitivo
aumenta a tensão e a frustração e pode desencadear comportamentos agressivos.
34
35
36
CABRA-CEGA

QUEM JOGA?
Jogam várias crianças a partir de 6 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Um lenço ou pano para amarrar à volta dos olhos de uma das criança que será a cabra-cega.


As crianças colocam-se de mãos dadas formando uma roda. A cabra-cega fica no centro da roda, com
os olhos tapados. A seguir inicia-se um diálogo entre as crianças que estão na roda e a Cabra-cega. 37
"Cabra-cega, de onde você vem?"
"Eu venho do mato."
"O que me trazes?"
"Trago bolinhos ."
"Me dá um !"

"Não dou."

Então, as crianças que se encontram na roda dizem em coro: GULOSA!
A Cabra-cega levanta-se e tenta apanhar uma criança da roda. Se apanhar alguém, todas as crianças se
calam e a Cabra-cega tem de adivinhar, apalpando com as mãos, quem é a (o) colega que apanhou.
Quando acertar, esse passa a ser a Cabra-cega.
AGACHA-AGACHA
CHA-AGA
GACHA-AGACHA

QUEM JOGA?
No mínimo 3 crianças a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Nenhum

Uma criança é eleita o pegador. Para não serem apanhadas, as demais fogem e se agacham.
Quando o pegador conseguir tocar um colega que está em pé, passa sua função de pegador
38 para ele.
COELHINHO SAI DA TOCA

QUEM JOGA?
Jogam várias crianças a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo e que comporte um círculo

MATERIAL
Nenhum

Reúna a turma, quanto mais gente melhor, a brincadeira vai ficar mais movimentada e
emocionante. Divida os participantes em grupos de três crianças, e em círculo forme as tocas. 39
Duas crianças dão-se as mãos formando a toca e a outra criança ficará dentro da toca. Ela será o
coelhinho.

No centro do círculo ficarão as crianças, "os coelhinhos" que estão à procura de tocas.

Quando alguém falar "Coelhinho sai da toca". Todos os coelhinhos deverão trocar de tocas e os
coelhinhos que estão no centro procurarão uma toca. Quem não conseguir entrar em alguma
toca fica no centro, esperando nova oportunidade.
QUEIMADA

QUEM JOGA?
Jogam várias crianças, a partir de 5 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Bem amplo

MATERIAL
Bola

É necessário um espaço, do tipo de uma quadra, para que as crianças possam ser divididas em 2
40 grupos.

Decide-se quem começa com a bola. O objetivo é acertar um participante do time adversário e
eliminá-lo. Se a criança conseguir pegar a bola, tem o direito de atirá-la em um jogador de outra
equipe. Ganha o time que eliminar todos os participantes da equipe concorrente.
BALANÇA-CAIXÃO

QUEM JOGA?
Jogam várias crianças a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo, que possua possibilidades da criança se esconder

MATERIAL
Cadeira

Uma criança é escolhida para ser o rei e se senta em uma cadeira. Outro participante é eleito o 41
servo. Ele se ajoelha de frente para o rei e apóia o rosto no seu colo. Os demais formam uma fila
atrás do servo, cada um apoiando o rosto nas costas do companheiro da frente.

Todos recitam: "Balança caixão, balança você, dá um tapa nas costas e vai se esconder!" O
último da fila da um tapa nas costas do que está na sua frente e se esconde. Uma a uma as
crianças vão repetindo essa ação até que todas estejam escondidas. É a vez, então, do servo sair
à procura dos colegas.

Quando alguma criança for pega, o servo pergunta ao rei Como deverei levá-lo? E o rei responde,
por exemplo, Andando com uma perna só! De costas! Com olhos fechados! Imitando uma
galinha!

Ganha quem for pego por último, com esta criança se tornando rei e escolhendo um servo.
ELEFANTINHO COLORIDO

QUEM JOGA?
Minimamente 3 crianças a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Nenhum

Uma criança é escolhida para comandar. Ela fica na frente das demais e diz "Elefantinho colorido"
42 o grupo pergunta "Que cor?" O comandante escolhe uma cor e os demais saem correndo para
tocar em algo que tenha aquela tonalidade. Se o pegador encostar em uma criança antes dela
chegar na cor escolhida, ela é capturada. Vence quem ficar por último.
ESTÁTUA

QUEM JOGA?
Jogam no mínimo 4 crianças a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Nenhum

Uma criança é eleita o líder. As demais andam livremente pelo pátio até que o líder diga "1,2,3
estátua!" Nesse momento, elas param no lugar fazendo uma pose. O líder escolhe um colega e 43
faz de tudo para que ele se mexa. Só não vale empurrar. Quem resistir às caretas e cócegas será
declarado o vencedor e assume a posição de líder.
BATATA QUENTE

QUEM JOGA?
Jogam no mínimo 4 crianças, com idade mínima de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Bola

44 O grupo fica em círculo, sentado ou em pé. Uma criança fica fora da roda de costas ou com os
olhas vendados, dizendo a frase "Batata quente, quente, quente...queimou". Enquanto isso, os
demais vão passando a bola de mão em mão até ouvirem a palavra "queimou". Quem estiver
com a bola nesse momento sai da roda. Ganha o último que sobrar.
BARRA-MANTEIGA

QUEM JOGA?
Jogam no mínimo 4 ( sempre número par) crianças a partir de 5 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Nenhum

Trace duas linhas paralelas distantes (15 metros uma da outra). Atrás destas linhas ficam as crianças,
em 2 grupos com o mesmo número de integrantes, umas de frente para as outras. Dado o sinal, 45
uma criança do grupo é escolhida para começar. Ela vai até o limite do outro time (onde estão
todos com os braços e mãos estendidos, com a palma da mão virada para cima) e recita: "Barra
manteiga, na fuça da nega, minha mãe mandou bater nesta daqui, 1,2,3..." Ela bate na palma da
mão de um dos colegas e foge do seu território. O adversário tem de correr atrás dela e tentar
pegá-la. Se isto acontecer, o desafiante passa para a equipe contrária, caso contrário, é a vez do
desafiado fazer o mesmo com alguém do outro time. Vence o time que ficar com o maior número
de pessoas.
CORRIDA DE SACO

QUEM JOGA?
Crianças a partir de 5 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Sacos de pano

46 Distribua sacos de pano para as crianças. Estes sacos deverão ser de tamanho suficiente para
caber a criança em pé e ainda sobrar pano para que ela possa segurar suas pontas enquanto
acontece a corrida.

O monitor orienta as crianças a ficarem atrás de uma linha, e dá o sinal de partida para que,
dentro dos sacos, elas pulem até outro ponto escolhido como chegada. Ganha que chegar primeiro.
CARACOL

QUEM JOGA?
Jogam quantas crianças quiserem, com idade mínima de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Giz para desenhar a brincadeira

Depois de desenhada a figura no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira 47
joga a sua pedrinha no número 1. O objetivo é percorrer todo o caracol, pulando com um pé só
em todas as casas, até passar por todas, só não vale pisar naquela em que está a pedrinha.
Quando chega ao "céu", ela descansa e retorna da mesma maneira: pulando em cada casa até o
número 1, agacha, apanha a pedrinha e pula para fora do caracol. Para continuar a brincadeira,
ela joga a pedrinha no número 2 e assim por diante. Não vale jogar a pedrinha na risca nem atirá-
la fora do diagrama, se isso acontecer, perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro.
AMARELINHA

QUEM JOGA?
Jogam quantas crianças quiserem, com idade mínima de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pátio

MATERIAL
Giz para desenhar a amarelinha ou fita adesiva

Depois de desenhado o diagrama básico no chão, as crianças determinam uma ordem entre
48 elas. A primeira vai para a área oval chamada céu e de lá atira a pedrinha no número 1. Sem
colocar o pé nessa casa, ela atravessa o diagrama ora pulando com os dois pés, quando tiver
uma casa ao lado da outra, e ora com um pé só. Quando chegar à outra figura oval na extremidade
oposta, onde está escrito "inferno", faz o percurso oposto e volta para apanhar a pedra, sem pisar
na casa em que ela está, repetindo o mesmo procedimento até que percorra todas as casas. A
criança não pode pisar ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora do diagrama, se isso acontecer,
ela perde a vez. Vence quem completar o percurso.
PASSA, PASSA TRÊS VEZES

QUEM JOGA?
Jogam quantas crianças quiserem, com idade mínima de 5 anos.

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Amplo

MATERIAL
Nenhum

Em segredo, duas crianças definem um tema ­ frutas, por exemplo. Depois, escolhem qual fruta
cada uma irá representar. Uma pode ser a uva e a outra a pêra. Elas dão as mãos formando um 49
túnel por onde as colegas passam, um atrás do outro, cantando: "Passa, passa três vezes/ O
último que ficar/ Tem mulher e filhos/ Que não pode sustentar". Quando a música acaba, as
duas crianças que formam o túnel abaixam os braços prendendo o colega que esta passando
naquele momento. Sem que os outros escutem, o que foi preso responde a pergunta: " Pêra ou
uva?" Depois, ele sai da fila e vai para trás do colega que representa a sua escolha. Ganha a
brincadeira quem tiver mais participantes atrás de si.
ELÁSTICO

QUEM JOGA?
Jogam quantas crianças quiserem, com idade mínima de 6 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pátio

MATERIAL
Elástico de 4 metros com pontas unidas

Duas crianças são escaladas para segurar um elástico com os pés, ficando aproximadamente
50 distantes 2 metros uma da outra. A criança que fica no centro do elástico tem de fazer todos os
movimentos combinados com os colegas antes de iniciar a brincadeira. Pode ser pular com os
dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora, saltar com um pé só etc... Se conseguir, ela
passa para a próxima fase, que é a de executar os mesmos movimentos, só que os dois colegas
passarão o elástico para o tornozelo, joelhos, coxa e cintura. Os mesmos movimentos deverão
ser repetidos. Se a criança errar, trocará de posição com um dos colegas que esta segurando o
elástico. Ganha quem pular o elástico até a cintura sem errar.
PASSA ANEL

QUEM JOGA?
Jogam quantas crianças quiserem, com idade mínima de 4 anos.

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pode ser amplo ou uma sala simples

MATERIAL
Um anel

Uma criança fica com o anel. As outras se sentam em um banco, uma do lado da outra, com os
braços apoiados no colo e com a palma das mãos unidas. Quem está com o anel passa suas 51
mãos unidas entre as de seus companheiros, escolhendo um deles para receber o anel. Ela repete
esse movimento algumas vezes, pode até fingir que colocou o anel nas mãos de alguém. Quando
resolve parar, abre as mãos mostrando que estão vazias e pergunta para um dos participantes:
"Com quem está o anel?". Se o escolhido acertar a resposta, tem direito de passar o anel na
próxima rodada.
ARRANCA RABO

QUEM JOGA?
Qualquer número de crianças com idade a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pátio

MATERIAL
Fitas de tecido

O grupo é dividido em dois. Os integrantes de um dos times pendura um pedaço de fita na parte
52 de trás da calça ou da bermuda. Eles serão os fugitivos. Ao sinal do professor, os fugitivos correm
tentando impedir que as crianças do time adversário peguem suas fitas. Quando todos os rabos
forem arrancados, trocam-se os papéis: quem era pegador vira fugitivo. Ganha a equipe que
levar menos tempo para arrancar todos os rabos.
BEIJO ABRAÇO APERTO DE MÃO

QUEM JOGA?
Mínimo de 4 crianças com idade a partir de 7 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pátio

MATERIAL
Nenhum

As crianças ficam sentadas, uma ao lado da outra. Duas delas, eleitas para iniciar a brincadeira,
ficam em frente das demais. Uma delas com os olhos vendados. A que está vendo aponta para os 53
que estão sentados e pergunta para a colega: " É esse? É esse?" Quando ela responder "sim", vem
a segunda pergunta "Beijo, abraço ou aperto de mão?" A criança interrogada faz a sua escolha,
olha para o grupo e descobre quem é. Aí é só beijar, abraçar ou apertar a mão do colega.
VIVO OU MORTO

QUEM JOGA?
Mínimo de 4 crianças com idade a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Pátio

MATERIAL
Nenhum

Os participantes devem formar uma fila, enquanto o orador fica na frente dessa fila olhando e
54 observando todos eles. Então o orador fica gritando aleatoriamente: "Vivo" ou "Morto". No caso
de vivo os participantes devem manter-se de pé, quando ele gritar morto os participantes devem
abaixar-se, ficando acocorados. Isso deve ser feito instantaneamente após o grito do orador. Os
participantes que forem errando, vão saindo até que só sobre um, que será o vencedor!
TELEFONE SEM FIO

QUEM JOGA?
Mínimo de 6 crianças com idade a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Qualquer

MATERIAL
Nenhum

Essa é uma das brincadeiras mais comuns que existem! Para brincar basta se formar uma roda
com os participantes! Um escolhe uma frase e fala no ouvido de um colega (sem deixar o restante 55
do grupo escutar). A frase só pode ser dita uma vez para cada participante. O participante que
está ao seu lado faz o mesmo com o participante seguinte até que a "frase" dê uma volta completa
no círculo. Ao passar por todos os participantes será super divertido ver a modificação que a frase
sofreu, já que os participantes não podem repetir a frase, cada um deve repassar aquilo que
entendeu, mesmo que não faça sentido.
BOCA-DE-FORNO

QUEM JOGA?
Mínimo de 6 crianças com idade a partir de 6 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Qualquer

MATERIAL
Nenhum

Essa brincadeira, na verdade, é uma espécie de gincana rotativa. Funciona da seguinte forma:
uma pessoa (que vamos chamar de orador) começa com a "gincana", ele deve falar gritos de
guerra (pré-formados) e o restante do grupo deve responder, seguindo o esquema:
56 Orador: "Boca de Forno"
Grupo: "Forno"
Orador: "Jacarandá"
Grupo: "Dá"
Orador: "Quem não for???"
Grupo: "Apanha!!!"
Orador: "Quantos bolos*???" *Bolos no sentido de dar palmadas na mão.
Grupo: "Dez**" - **A quantidade deve ser escolhida pelo grupo antes, o normal é dez.
Orador: "Remã, remã (...)"

No lugar das reticências, depois de "remã, remã", o orador deve escolher uma tarefa para o
grupo, como, por exemplo, pedir para todos trazerem uma folha de goiabeira. Nesse caso a frase
ficaria assim: "Remã, remã, quem me trouxer uma folha de goiabeira!". Aí todos saem à procura
do pedido. Há um tempo que deve ser estabelecido. Quem não conseguir cumprir a prova leva
a quantidade de "bolos" pré-determinados e quem cumprir a prova primeiro vai ser o orador da
próxima partida!
DANÇA DA CADEIRA

QUEM JOGA?
Mínimo de 6 crianças com idade a partir de 4 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Qualquer

MATERIAL
Cadeiras em número suficiente

Esta é uma brincadeira "musicada". Precisa-se de cadeiras / bancos para a brincadeira. Por exem-
plo, se tiverem 10 participantes, serão necessárias nove cadeiras. As cadeiras são postas em cír- 57
culo (com a parte de sentar voltada para fora), e os participantes ficam girando em volta das
cadeiras, ao som de uma música. Quando a música parar, todos devem sentar rapidamente.
Como há uma cadeira a menos, um participante ficará em pé, esse é eliminado da rodada. A
cada rodada retira-se uma cadeira, um participante é eliminado e repete-se o mesmo processo
sucessivamente, até ter-se apenas dois participantes e uma cadeira. O que conseguir sentar nesta
cadeira vence!
CABO-DE-GUERRA

QUEM JOGA?
Mínimo de 6 crianças com idade a partir de 6 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Espaço amplo, preferencialmente gramado

MATERIAL
Corda bem comprida

Os participantes alinham-se, uns atrás dos outros, cada grupo segurando uma metade de uma
58 corda dividida igualmente entre ambos. A um dado sinal, começam a puxar a corda. Ganha a
equipe que conseguir puxar a maior parte da corda para o seu lado (deve ser colocado um lenço
para marcar o meio da corda e também é importante marcar um centro no chão) ou a maior parte
da corda ao final de um período de um ou dois minutos.

Para tornar o jogo mais fácil, pode-se marcar uma segunda linha a 1,50 m (ou menos) de cada
lado da linha central, ganhando o grupo que obrigar o outro grupo a passar dessa linha.
MAMÃE, POSSO IR?

QUEM JOGA?
Mínimo de 6 crianças com idade a partir de 6 anos

ESPAÇO DE BRINCADEIRA
Espaço amplo

MATERIAL
Nenhum

Todas as crianças alinhadas escolhem uma para ser a mãe enquanto as outras serão filhas. De 59
uma distância é estabelecido o seguinte diálogo: "Mamãe, posso ir?" "Pode." "Quantos passos?"
"Três de elefante." Dá três grandes passos em direção à mãe. Outra criança repete. "Mamãe,
posso ir?" "Pode." "Quantos passos?" "Dois de cabrito." Dá dois passos médios em direção à
mãe. "Mamãe, posso ir?" "Pode." "Quantos passos?" "Quatro de formiga." Quatro passos peque-
nos à frente. A primeira das filhas que atingir a mãe assume o posto.
60
61
62
BRINQUEDOS QUE MEUS PAIS BRINCAVAM....


No tempo dos nossos pais ou avós, a vida das crianças era nas calçadas, ruas, praças,
nos muitos terrenos descampados da cidade e nos sítios e fazendas do interior. As
brincadeiras eram mais simples, porém muito divertidas. Existiam brincadeiras de
meninos e brincadeiras de meninas. Mas tinham também as brincadeiras para ambos
os sexos. As brincadeiras de meninos estimulavam competições e atividades físicas,
enquanto as brincadeiras das meninas eram geralmente relacionadas à vida doméstica
e às relações afetivas.

A seguir, rápidas descrições de algumas das mais tradicionais e conhecidas brincadeiras 63
e jogos infantis realizados pelas crianças sergipanas.

Lembre-se

Muitos pais, avós, tios e tias podem
auxiliá-lo a resgatar estes brinquedos.
Converse com os familiares das crianças,
você poderá se surpreender.
64
PIPA

Soltar pipa, papagaio ou arraia era um lazer
delicioso, o brinquedo era feito com talinhos de
palha de coqueiro, papel de seda colorido e um
rabo de pano. A meninada botava suas pipas
para flutuar competindo na maior altura, nas
evoluções no ar, nas formas, tamanhos ou beleza
de uma em relação às outras.


65
PIÃO

t
Os piões de madeira de peroba eram postos a
girar com um cordão com o qual o enrolavam
e soltavam com força em direção ao chão.
Pegava-se o pião com uma das mãos, ainda
rodando, e jogava-o ao chão outra vez.


66
CINCO MARIAS ou PEDRINHAS

Para jogar, é preciso ter cinco pedrinhas ou
saquinhos com areia dentro. Depois de agitar as
pedrinhas dentro de suas mãos fechadas, jogue-
as para cima, com cuidado para elas não se
espalharem muito quando caírem no chão.
Pegue uma pedra e atire para cima. Você tem de
apanhar outra pedra do chão antes de agarrar a
que jogou para cima. E assim você vai fazendo,
até que todas estejam em sua mão.

Mas atenção: quando for apanhar uma pedra do
chão, não pode tocar em nenhuma outra. Se isso 67
acontecer, agite as pedrinhas e jogue-as para
cima de novo.

Faça um arco com a mão esquerda (ou com a
direita, se você for canhoto), perto de onde estão
as pedrinhas.

Jogue uma pedra para cima. Agora você tem de
passar uma pedra por baixo do arco antes de
apanhar a pedra que jogou para cima sem tocar
em nenhuma outra pedra.

Vá repetindo essa jogada, até conseguir ter todas
as pedrinhas em sua mão.
PETECA

A peteca é um brinquedo genuinamente
brasileiro, foi criada pelos índios que a
confeccionavam com palha de milho,
recheadas de folhas ou capim. Em cima do
pequeno saco amarravam penas coloridas. A
brincadeira consistia em "não deixar a peteca
cair", através de tapas que a mantinha no ar.
Os portugueses ficaram maravilhados com o
jogo, que se mantém até a atualidade,
ganhando o mundo. O jogo de peteca tornou-
se um esporte internacional. O termo "peteca"
68 em tupi significa: pancada, tapa ou tabefe.
69
70
CAVALO-DE-PAU

COMO FAZER

Desenhe a cabeça do cavalo em um pedaço de E.V.A. e recorte. É possível substituir esse material
por papel cartão. Dobre ao meio, desenhe o olho e faça vários furos, alinhados, a um dedo de
distância da borda. Deixe um espaço sem furar na parte de baixo. Corte pedaços de 50 centímetros
de lã e passe pelos furos. Amarre-os para fechar a cabeça do cavalo e compor a crina. Faça
também um ou dois furinhos para formar o focinho do animal. Encaixe a cabeça em um cabo de
vassoura.


COMO BRINCAR
A criança monta no brinquedo e "cavalga" pela escola. Você pode organizar uma corrida. Trace 71
no chão uma linha de partida e outra de chegada e dê o sinal de largada.
Outra sugestão é usar os cavalos nos teatrinhos. Todos, príncipes e princesas, gostarão de montar
em seus belos animais.
PÉ-DE-LATA

Ótima brincadeira para crianças a partir de 5 anos, que poderá ser feita com a ajuda de todas as
crianças.

COMO FAZER

Separe latas usadas, do mesmo tamanho (achocolatado ou leite em pó, por exemplo). Faça dois
furos diametralmente opostos no fundo. Passe uma corda de náilon de 1,2 metro pelos furos da
lata e una as extremidades com um nó bem forte dentro do recipiente. Coloque a tampa e decore
com retalhos de plástico adesivo ou tinta. Faça o mesmo com outra lata.


72 COMO BRINCAR

As crianças sobem nas latas e tentam se equilibrar segurando nas cordas. Além de andar pela
escola com os pés de lata, eles vão se divertir apostando uma corrida, andando para trás ou
vencendo um percurso com obstáculos.
DIABOLÔ

As crianças vão se transformar em pequenos malabaristas com esse brinquedo nas mãos

COMO FAZER

Escolha duas garrafas PET com formato arredondado. Corte-as 15 centímetros a partir da boca,
desprezando a parte de baixo. Corte também o gargalo de uma delas. Lixe as bordas para tirar as
rebarbas. Encaixe as duas pela boca e rosqueie a tampa prendendo uma na outra. Decore o
brinquedo com tinta ou plástico adesivo. Para o suporte, use duas varetas de 8 milímetros de
diâmetro por 25 centímetros de comprimento e 1 metro de barbante. Fure as duas varetas em
uma das extremidades e passe-as pelo cordão. Dê um nó nas pontas.
73
COMO BRINCAR

A criança coloca o diabolô no chão e passa a corda por baixo dele, segurando uma vareta em
cada mão. Ela rola o brinquedo pelo chão para pegar embalo e o levanta. Com uma das mãos,
dá puxadas rápidas para que ele gire somente em um sentido. A outra mão apenas acompanha
os movimentos. É importante ficar sempre de frente para uma das bocas do diabolô. Se ele pender
para a frente ou para trás, é preciso ajeitá-lo novamente. Depois de dominar esses movimentos, é
possível jogar o diabolô para o alto. Para isso, a criança abre rapidamente os braços, dando um
impulso para cima. Para pegá-lo, mira o cordão no centro do brinquedo e, assim que ele voltar,
afrouxa o cordão.

O brinquedo também é chamado de jabolô, diavolô e diábolo, dependendo da região brasileira.
CAPUCHETA

Feita de jornal, essa variação do papagaio (ou pipa, como é conhecido em algumas regiões) vai
divertir as crianças nos dias de vento

COMO FAZER

Corte um quadrado de folha de jornal com 32 centímetros de lado. Apenas para marcar o papel,
dobre a folha ao meio, formando um triângulo. Abra a folha deixando a marca em posição vertical
e vire para trás a ponta de cima. Com um palito, faça um furo em cada uma das outras pontas.
Corte um pedaço de linha de 30 centímetros, passe pelos furos das pontas direita e esquerda e
amarre. Agora faça a rabiola. Corte 70 centímetros de linha e amarre tirinhas de jornal nela, uma
seguida da outra. Prenda esse fio na ponta de baixo. Por fim fixe a linha do carretel no centro do
74 fio preso nas laterais.

COMO BRINCAR

O aluno segura a linha da capucheta e começa a correr. Enquanto ele avança, o vento ajuda a
colocá-la no alto. Para fazer essa atividade em grupo, você pode organizar um campeonato em
que o desafio é ficar mais tempo com o papagaio no ar.

LEMBRETE
Só é possível brincar em dias de vento e longe da rede elétrica. Alerte a criançada para os perigos
do cerol.
75


CEI Yojiro Takaoka - Coordenadoria de Educação - Capela do Socorro
76
BASQUETE: A CESTA
É DE TODOS

O objetivo desta brincadeira é fazer com que
todos os participantes façam pelo menos uma
cesta através do incentivo dos representantes
do mesmo time.
É necessário um espaço amplo, tipo quadra,
que tenha também uma tabela de basquete,
na ausência desta vale improvisar com um
cesto.

77


Edição 2 de setembro de 2001 da revista
Jogos Cooperativos, pág. 11.
ESTAMOS TODOS
ESTAMOS
SACO
NO MESMO SACO

Um saco gigante, confeccionado com tecido
utilizado para forro de biquínis e sungas, pode
ser adquirido em lojas de venda de tecido por
quilo. Ele vem em formato tubular, então é só
medir a altura do saco que você achar ideal,
cortar, costurar e está pronto. Todos os
participantes deverão percorrer um
determinado caminho juntos dentro de um
saco gigante.
Estipular um percurso a ser percorrido pelas
78 crianças, que poderão a qualquer momento
fazer um pedido de tempo para a escolha de
novas estratégias.
Posteriormente podemos aumentar o desafio
e o grau de dificuldade colocando novos
obstáculos no caminho a ser percorrido.
O jogo termina quando os participantes
atingem o objetivo.
Durante o jogo a comunicação no grupo é
um fator fundamental para o sucesso. Caso
seja necessário auxilie o grupo nesta tarefa.
E lembre-se:
Dê boas risadas e aproveite bastante!
JOGO DAS CADEIRAS
COOPERATIVO


Este jogo é uma variação do jogo das cadeiras
tradicional. Neste jogo, disponha as cadeiras
como você faz no jogo tradicional das
cadeiras.

O segredo do jogo é não eliminar nenhum
participante, só cadeiras, ou seja, a cada
rodada, você retira uma cadeira e ainda assim
todos deverão sentar-se, como puderem: no
colo, no braço da cadeira, deitado sobre os 79
colegas etc...

Neste jogo não há vencedores. A proposta é
que as crianças busquem com os amigos a
solução de problemas.
COELHINHO NA TOCA

Este jogo é, também, uma variação de um
jogo bastante conhecido: "coelhinho sai da
toca". Neste jogo, utilize as crianças como toca
e outras como coelho, como você faz no jogo
tradicional do coelhinho .
O segredo do jogo é não eliminar nenhum
participante, só tocas, ou seja, a cada rodada,
você desfaz uma toca e ainda assim todos
deverão entrar em uma toca, como puderem:
no colo, deitado sobre os colegas etc...
80 Neste jogo não há vencedores. A proposta é
que as crianças busquem com os amigos a
solução de problemas.
ELEFANTINHO COLORIDO

Aqui temos também uma variação, onde
todos os participantes de um time deverão
encontrar a "cor" escolhida, mas desta vez
devem tocar o objeto juntos.
O grupo deverá ser dividido em 2 times de
minimamente 3 pessoas em cada um.

Uma criança é escolhida para comandar. Ela
fica na frente das demais e diz "Elefantinho
colorido" os grupos perguntam "Que cor?"
O comandante escolhe uma cor e os grupos
saem correndo para tocar em algo que tenha 81
aquela cor. As crianças deverão procurar tocar
ao mesmo tempo no objeto, escolhendo
estratégias de ação e apoiando-se mutuamente.

Se o pegador encostar em uma criança antes
de ela chegar na cor escolhida, todo o grupo
perde e escolhe uma delas para ser o coman-
dante.
TARTARUGA GIGANTE
ARTARUGA

O objetivo do jogo é mover a tartaruga gigante
em uma direção.
A tartaruga gigante será um grupo de 3 a 8
crianças cobertas por um tapete ou um pano
mais pesado e que irão se movendo sem que
nenhuma delas fique fora do tapete
Crianças nessa faixa etária adoram repetir,
repetir e repetir o jogo. Quando elas não
quiserem mais continuar o jogo acabará por
si só.

82 O grupo de crianças engatinha sob a "casca
da tartaruga" e tenta fazer a tartaruga se mover
em uma direção.
Um desafio maior pode ser ultrapassar
"montanhas" (um banco) ou percorrer um
caminho com obstáculos sem perder a casca.
DICA: No começo as crianças podem se mover para
diferentes direções e pode demandar algum tempo até
que elas perceberem que têm que trabalhar juntas para
a tartaruga se mover. Mas não desista. Repita outras
vezes, em outros dias e, se necessário, faça um "ensaio"
com elas sem estarem carregando a casca.

Edição 3 de Outubro de 2001 da Revista Jogos
Cooperativos, pág. 15
83


EMEI Inácio Monteiro - Coordenadoria de Educação -São Miguel
84
AS BRINCADEIRAS MUSICAIS

As parlendas e cantigas são manifestações riquíssimas da nossa cultura, refletindo muito sobre
nossa história e nossos costumes. Muitas delas têm origem em outras culturas (Portuguesa, Indígena,
Africana) e foram mesclando-se com a cultura popular, transformando-se hoje em um cancioneiro
rico e diverso.

É importante lembrar que a existência de variações para a mesma parlenda, cantiga e brincadeira
torna o processo de brincar riquíssimo em descobertas e possibilidades. Fique atento, ouça as 85
versões infantis e de seus familiares e contribua também ! É sua oportunidade de fazer folclore.
PARLENDAS


Brincar com as palavras é fácil e bem divertido.
Quer ver só?


As crianças podem simplesmente declamar o texto ou usá-lo na hora de escolher quem inicia
uma brincadeira. É possível, ainda, brincar de bater palmas em duplas, trios ou quartetos ao som
86 dessas rimas.
87
88
89
TRILHAS SONORAS DA INFÂNCIA...

Capelinha De Melão; Se Esta Rua Fosse Minha; Ciranda Cirandinha; Marcha Soldado; O
Cravo E A Rosa; Atirei O Pau No Gato; Fui No Tororó; Bota Aqui O Seu Pezinho; Mineira De
Minas; Cai Cai Balão; Boi Da Cara Preta; Terezinha De Jesus; Peixe Vivo; O Meu Boi
Morreu; A Rosa Amarela; A Gatinha Parda; A Barraquinha; Balaio; Boi Barroso; O Pobre
Cego; Tutu Marambá; Sapo Jururu; Entrei Na Roda; Cachorrinho; O Meu Galinho; Que É De
Valentim; Vai Abóbora; Vamos Maninha; Roda Pião; Meu Limão, Meu Limoeiro; Escravos
De Jô; A Barata Diz Que Tem; Pai Francisco

90
CONSIDERAR: As brincadeiras musicais são transmitidas por tradição oral e envolvem o gesto, o
movimento, o canto, a dança e o faz-de-conta. Esses jogos e brincadeiras são legítimas expressões
da infância. Os jogos e brinquedos musicais da cultura infantil incluem os acalantos (cantigas de
ninar), as parlendas, as rondas (canções de roda), as adivinhas, os contos, os romances. Ouvir
música, aprender uma canção, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, jogos de mãos
entre outros são atividades que despertam, estimulam e desenvolvem o gosto pela atividade
musical, além de atenderem a necessidade de expressão que passa pela esfera afetiva, estética e
cognitiva.

DICAS: A cultura popular infantil é uma riquíssima fonte na qual se podem buscar cantigas e brincadeiras
antigas. As famílias das crianças, pais, tios, avós podem auxiliar o resgate destas tradições.
PARA CRIAR OU AMPLIAR REPERTÓRIO
A ARCA DE NOÉ. Toquinho e Vinicius de Morais. Vols. 1 e 2. Polygram, 1980.

ACALANTOS BRASILEIROS. Discos Marcus Pereira, 1978.

AÇÃO DOS BACURAUS CANTANTES. João Bá, Devil Discos, SP, 1997.

ACERVO FUNARTE, MÚSICA BRASILEIRA. Coleção relançada em CD pelo

ADIVINHA O QUE É? MPB-4, Ariola, 1981.

ALEGRIA, ALEGRIA: AS MAIS BELAS CANÇÕES DE NOSSA INFÂNCIA ­ Coordenação: Carlos Felipe . Editora Leitura

AS MAIS BELAS CANTIGAS DE RODA. M. Viana/Nave dos Sonhos.

BANDEIRA DE SÃO JOÃO. Antonio José Madureira, Selo Eldorado, 1987.

BORORO VIVE. UFMT. Cantos dos índios Bororo.

BRINCANDO DE RODA. Solange Maria e Coral Infantil, Selo Eldorado, 1997.

CANÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA. Músicas de Toquinho e Elifas Andreato
91
CANÇÕES DE BRINCAR. Coleção Palavra Cantada, Velas, 1996.

CANÇÕES DE NINAR. Coleção Palavra Cantada, Salamandra/Camerati.

CANTO DO POVO DAQUI. Teca-Oficina de Música, SP, 1996.

CARRANCAS. João Bá, Eldorado, SP. Canções.

CASA DE BRINQUEDOS. Toquinho, Polygram, 1995. Canções.

CASTELO RA-TIM-BUM. TV Cultura/SESI, Velas, 1995.

CIRANDAS E CIRANDINHAS. H. VILLA-LOBOS. Roberto Szidon, piano, Kuarup, RJ, 1979.

CORALITO. Thelma Chan, SP. Canções.

DOIS A DOIS. Grupo Rodapião, Belo Horizonte, MG, 1997.

ETENHIRITIPÁ. Cantos da Tradição Xavante, Instituto Itaú Cultural, SP, 1997 e 1998.

MADEIRA QUE CUPIM NÃO RÓI. Antonio Nóbrega, Brincante, SP, 1997.

NA PANCADA DO GANZÁ. Antonio Nóbrega, Brincante, SP, 1996.
O GRANDE CIRCO MÍSTICO. Edu Lobo e Chico Buarque, Som Livre.

O MENINO POETA. Antonio Madureira, Estúdio Eldorado.

O TESOURO DAS CANTIGAS PARA CRIANÇAS 2. Organizado por Ana Maria Machado. Editora Nova Fronteira

O TESOURO DAS CANTIGAS PARA CRIANÇAS. Organizado por Ana Maria Machado. Editora Nova Fronteira

OS SALTIMBANCOS. Adaptação de Chico Buarque, Philips.

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA 2. Coordenação: Theodora Maria Mendes de Almeida. Editora Caramelo

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA. Coordenação: Theodora Maria Mendes de Almeida. Editora Caramelo

QUERO PASSEAR. Grupo Rumo/Velas.

QUILOMBO MÚSICA, 1994.

RÁ-TIM-BUM. TV Cultura/Fiesp/Sesi, Eldorado. 81

RUIDOS Y RUIDITOS. Vols.1, 2, 3 e 4. Judith Akoschky, Tarka, Bueno Aires.

SUCESSOS DA MÚSICA INFANTIL. Editora Criança Feliz
92 VILLA-LOBOS DAS CRIANÇAS. Espetáculo musical de cantigas infantis, Estúdio Eldorado, 1987.

VILLA-LOBOS PARA CRIANÇAS. Ministério da Cultura- Funarte/ Instituto Cultural Itaú
PARA AQUELES QUE QUISEREM SABER MAIS

BRITO, Teca Alencar de. Música na educação infantil. São Paulo, Editora Fundação Peirópolis, 2003
BENJAMIM, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo, Editora Summus, 1984
BROTTO, Fábio Otuzi. Jogos cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar. Santos-SP, Editora Re-
Novada, 1997.
BROUGÉRE, Gilles. Brinquedo e cultura. 2ª Edição. São Paulo, Editora Cortez, 1997.
CENTURIÓN, Marília, PRESSER, Margaret, SILVA, Sorel e RODRIGUES, Arnaldo. Jogos, projetos e oficinas. São Paulo:
Editora FTD, 2004
FOLHA DE SÃO PAULO. Edição Especial Brasil 500 Anos. São Paulo, 2000.
FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo, Editora Moderna, 1996
Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ­ Seade
93
KISHIMOTO, Tizuko M. (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação 2ªEdição. São Paulo, Editora Cortez, 1997
KISHIMOTO, Tizuko M. Jogos tradicionais infantis. Petrópolis-RJ, Editora Vozes,1995
MACHADO, Marina Marcondes. O brinquedo, sucata e a criança. 3ª Edição. São Paulo, Edições Loyola, 1999
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO/SECRETARIA DO ENSINO FUNDAMENTAL. Referencial curricular para a
educação infantil. Vol.3., Brasília-DF, Mec/Sef, 1998
REIS, Rose Marie e GARCIA, Argentina Marques. Brincadeiras cantadas. 1ª Edição. São Paulo, Editora Kuarup, 1988
Revista Jogos Cooperativos
Jogos e brincadeiras. Revista Nova Escola. São Paulo, Editora Abril, 2005.
ROSA, Sanny S. da. Brincar, conhecer, ensinar. São Paulo, Editora Cortez, 1998
SANTOS, Santa P. Marli. Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. 2ª Ed. São Paulo, Editora Vozes, 2001
SECRETARIA MUNIICIPAL DE EDUCAÇÃO. Programa "São Paulo é uma escola". São Paulo, 2005
VON, Cristina. A história do brinquedo. São Paulo, Editora Alegro, 2001.

WAJSKOP. Gisela. Brincar na pré-escola. 5ª Edição. São Paulo, Editora Cortez, 2001.
94
PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO
JOSÉ SERRA
Prefeito

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
JOSÉ ARISTODEMO PINOTTI
Secretário

DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA
IARA GLORIA AREIAS PRADO
Diretora

DIVISÃO DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
YARA MARIA MATTIOLI
Diretora 95
EQUIPE - DOT EDUCAÇÃO INFANTIL
ANA CRISTINA WEY
ANA LUIZA T. EMENDABILI
CRISTINA GIUGNO NEVES (organizadora)
FÁTIMA BONIFÁCIO
IVONE MUSOLINO
MATILDE CONCEIÇÃO L. SCANDOLA
PATRÍCIA MARIA TAKADA
SYLVETE MEDEIROS CORREA
VITOR HÉLIO BREVIGLIERI
96

Um comentário:

Almanaque de Brincadeiras e Dinâmicas disse...

Achei muito relevante essa iniciativa. Aproveito para compartilhar os Almanaques de Brincadeiras e Dinâmicas, os quais contém 1000 atividades recreativas, educativas e lúdicas, dentre brincadeiras, jogos, dinâmicas, gincanas e atividades para crianças, adolescentes e jovens. Ajude a divulgar!